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Para inaugurar o blog fiquei pensando qual seria o assunto mais emblemático para uma grande estreia. E… ops! Não é que esbarrei justamente no oposto do que deveria ser? Explico.

Não temos nada emblemático, nada marcante, porque tudo se transforma em notícia ultrapassada a cada twittada ou escaneada com os olhos – sim, porque o usuário escaneia – na tela do computador.
O que escrever se o atual se torna antigo em poucos segundos? Sim, você tem twitter? RSS? Latitude? Iphone? Itouch? Yes, we can, but I can’t.

Onde foi parar o particular de cada um? Digital? Sim, antes significava marca única e própria do sujeito, usada na carteira de identidade. Agora, passa a ser a palavra que acompanha uma outra que vem antes: era. Sim, era digital, não é mais. Pesquisamos os nativos digitais. Nome estranho? Gente esquisita? Não, NOT! Realidade real e virtual e ai de quem não acompanhar a evolução.

Eu, particularmente, pesquiso sobre tecnologia e tento entender como podemos adpatar a vida cotidiana a essa nova realidade que traz o novo a todo instante. Questiono o poder das invenções e inovações, a qualidade de vida da sociedade ao meu redor, porque querer falar do mundo inteiro é utopia. Falo do que me é familiar. Arrisco palpites, mas não há verdade definitiva e nem inteira.

Mais que isso, penso em novas formas de comunicação sem que o sujeito perca a individualidade ou seja caracterizado apenas por seu IP ou sua conexão wi-fi. Isso dava samba, mas por hora me contento com o blog.